sábado, 26 de junho de 2010
Cerveja Venezuelana? Polar Light - "Cerveza Ligera"
Consegui umas cervejas da Venezuela!! Agora vejam o que é a globalização!
Pois bem, vamos ver o que os amigos de lá andam tomando, né?!
A Polar parece ser o que aqui a gente tem às pencas, cerveja de alto consumo. Seu slogan já deixa bem claro, "cerveza ligera".
Só por isso não estava esperando muita coisa.
E ainda bem, a Polar venezuelana é uma cerveja com pouquíssimo aroma e sabor. É difícil saber se falta mais malte ou mais lúpulo e é fácil constatar que faltam os dois.
"Mas é refrescante?", perguntariam alguns. É, mas água gelada é bem mais!
Ela pelo menos não apresentou nessas duas latas que tomei cheiro de ovo podre e nem de metal. Já sai por isso na frente de muitas nacionais. Mas convenhamos, o que nivela por baixo é Copa do Mundo. A gente pode querer uma cervejinha melhor.
Posso apostar que na Venezuela tem cerveja melhor.
Abraços.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Kaiser Bock, por onde andas?
Friozinho batendo na janela, aquele estereótipo batendo na mente> Frio = vinho. Não necessáriamente. Existem uma gama enorme de possibilidades de cerveja para o frio. Todas bebem-se geladas, mas o corpo de cada uma delas dá sensação diferente quando bebemos.
Aqui no Brasil, já temos algumas opções bem interessantes. Mas não será agora que eu despejarei nosso menu de variedades para escolhermos uma.
Quero simplesmente saber por onde anda a Kaiser Bock.
Cerveja surgida por aqui (pelo menos no RJ) lá pelo início da década de 90 com propaganda "invernal" (perdão pelo trocadilho) e que de repente minguou. Em SP a Kaiser tem uma entrada mais fácil com sua pilsen e pode ser que seja mais fácil achá-la em suas variedades por lá. Convenhamos que a pilsen da Kaiser está abaixo do esperado para qualquer cerveja assim como estão a Brahma (cerveja oficial da Copa!!), Antártica e Skol. Mas a realidade seja dita, sua bock era muitíssimo interessante. O lance é que o nome KAISER já afasta nossos melhores bebedores propagandistas. Repito mil vezes: BEBEMOS PROPAGANDA!!!! Se travestirem uma Kaiser Bock de Antártica Bock, geral vai se amarrar!
Aqui no Rio, só a encontramos para venda em varejo. Um barzinho, uma padaria, uma vendinha. Não encontro mais uma caixa disponível no mercado. Alguém viu? Me diga onde.
Malte medianamente tostado, coloração avermelhada, aroma de malte evidente e uma espuma maravilhosamente cremosa e intensa. De fato, uma bela cerveja.
Garçom, desce outra por favor!!
Aqui no Brasil, já temos algumas opções bem interessantes. Mas não será agora que eu despejarei nosso menu de variedades para escolhermos uma.
Quero simplesmente saber por onde anda a Kaiser Bock.
Cerveja surgida por aqui (pelo menos no RJ) lá pelo início da década de 90 com propaganda "invernal" (perdão pelo trocadilho) e que de repente minguou. Em SP a Kaiser tem uma entrada mais fácil com sua pilsen e pode ser que seja mais fácil achá-la em suas variedades por lá. Convenhamos que a pilsen da Kaiser está abaixo do esperado para qualquer cerveja assim como estão a Brahma (cerveja oficial da Copa!!), Antártica e Skol. Mas a realidade seja dita, sua bock era muitíssimo interessante. O lance é que o nome KAISER já afasta nossos melhores bebedores propagandistas. Repito mil vezes: BEBEMOS PROPAGANDA!!!! Se travestirem uma Kaiser Bock de Antártica Bock, geral vai se amarrar!
Aqui no Rio, só a encontramos para venda em varejo. Um barzinho, uma padaria, uma vendinha. Não encontro mais uma caixa disponível no mercado. Alguém viu? Me diga onde.
Malte medianamente tostado, coloração avermelhada, aroma de malte evidente e uma espuma maravilhosamente cremosa e intensa. De fato, uma bela cerveja.
Garçom, desce outra por favor!!
domingo, 2 de maio de 2010
A Bavária e sua fama em testes cegos
Salve amigos,
hoje vamos falar um pouco sobre essa cerveja de massa da FEMSA (Heineken agora pelas entrelinhas) que tem a seu favor um dado no mínimo curioso: É uma campeã, digamos assim, em testes cegos realizados com as marcas de massa.
Para nossa compreensão aqui, marca de massa são cervejas baratas, produzidas com os tais "cereais não maltados", blá blá blá. Ou seja, não são premium e nem puro malte, ok?
Em testes cegos realizados pelo excelente site Brejas para essa categoria de cervejas a colocam sempre nos primeiros lugares. A Bavária, ou Bavária Clássica agora, desbanca cervejas mais famosas como a Skol, Antáritca e Brahma (In Ambev), todas elas com maiores investimentos que as lourinhas da FEMSA. No entanto, seu marketing a deixa atrás de marcas mais $$$famosas$$$ e consequentemente sua popularidade cai bastante.
Há o mito também de que essa cerveja dá mais dor de cabeça do que aquela. Isso ocorre inclusive entre as cervejas Ambev, quando um pouquinho mais de acurácia deixaria nítido que, o que causa mais ou menos dor de cabeça é a quantidade de álcool que se ingere sem a reposição de água no organismo. Outro mito, já batido é a questão da água. Qualquer pessoa com um pouquinho mais de informação também já há de saber que só existe uma única cerveja no mundo que utiliza-se da água em estado natural para sua fabricação, o restante das cervejarias tratam suas águas e esse processo já é acessível às grandes cervejarias. (A saber, essa cervejaria que não trata a água é uma belga ou tcheca, sei lá, esqueci. Enfim, não é no Brasil).
Não há de minha parte uma defesa exclusiva dessa ou daquela cerveja, mas um questionamento acerca da qualidade de cervejas mais presentes na mídia. O marketing serve para isso, fazer um produto aparecer. Mas não necessariamente mostra o que há de melhor e as cervejas artesanais estão aí exatamente para isso, não têm propaganda alguma e sabemos que são infinitamente melhores que as cervejas de massa.
Portanto, deem uma chance às suas dúvidas, dispam-se de certas certezas e procurem vocês mesmos fazerem seus testes cegos e deixar que suas bocas escolham suas cervejas, e não somente seus olhos.
A Bavária possui coloração um pouco mais escura que as demais, na temperatura correta de serviço de cervejas pilsen, não exala cheiro metálico nem de sulfatos e há um levíssimo toque frutado (bem leve, esse é o problema). É uma cerveja também produzida com milhos e arroz e sabe-se lá mais o quê, como qualquer outra de massa. Sua graduação alcoólica é 4,6% e se enquadra nas tipo american lager (pilsen).
Seu preço: R$ 0,79 no Extra (RJ).
hoje vamos falar um pouco sobre essa cerveja de massa da FEMSA (Heineken agora pelas entrelinhas) que tem a seu favor um dado no mínimo curioso: É uma campeã, digamos assim, em testes cegos realizados com as marcas de massa.
Para nossa compreensão aqui, marca de massa são cervejas baratas, produzidas com os tais "cereais não maltados", blá blá blá. Ou seja, não são premium e nem puro malte, ok?
Em testes cegos realizados pelo excelente site Brejas para essa categoria de cervejas a colocam sempre nos primeiros lugares. A Bavária, ou Bavária Clássica agora, desbanca cervejas mais famosas como a Skol, Antáritca e Brahma (In Ambev), todas elas com maiores investimentos que as lourinhas da FEMSA. No entanto, seu marketing a deixa atrás de marcas mais $$$famosas$$$ e consequentemente sua popularidade cai bastante.
Há o mito também de que essa cerveja dá mais dor de cabeça do que aquela. Isso ocorre inclusive entre as cervejas Ambev, quando um pouquinho mais de acurácia deixaria nítido que, o que causa mais ou menos dor de cabeça é a quantidade de álcool que se ingere sem a reposição de água no organismo. Outro mito, já batido é a questão da água. Qualquer pessoa com um pouquinho mais de informação também já há de saber que só existe uma única cerveja no mundo que utiliza-se da água em estado natural para sua fabricação, o restante das cervejarias tratam suas águas e esse processo já é acessível às grandes cervejarias. (A saber, essa cervejaria que não trata a água é uma belga ou tcheca, sei lá, esqueci. Enfim, não é no Brasil).
Não há de minha parte uma defesa exclusiva dessa ou daquela cerveja, mas um questionamento acerca da qualidade de cervejas mais presentes na mídia. O marketing serve para isso, fazer um produto aparecer. Mas não necessariamente mostra o que há de melhor e as cervejas artesanais estão aí exatamente para isso, não têm propaganda alguma e sabemos que são infinitamente melhores que as cervejas de massa.
Portanto, deem uma chance às suas dúvidas, dispam-se de certas certezas e procurem vocês mesmos fazerem seus testes cegos e deixar que suas bocas escolham suas cervejas, e não somente seus olhos.
A Bavária possui coloração um pouco mais escura que as demais, na temperatura correta de serviço de cervejas pilsen, não exala cheiro metálico nem de sulfatos e há um levíssimo toque frutado (bem leve, esse é o problema). É uma cerveja também produzida com milhos e arroz e sabe-se lá mais o quê, como qualquer outra de massa. Sua graduação alcoólica é 4,6% e se enquadra nas tipo american lager (pilsen).
Seu preço: R$ 0,79 no Extra (RJ).
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Para "cervejar".
O Cerve Já está atualizando seus conteúdos e divulgando os blogs e sites da galera cervejeira no Brasil. Artesanal, claro!
Outros links interessantes são os de onde comprar insumos e equipamentos para "cervejar" em casa.
Quem quiser ajudar esse ordinário blogueiro que vos escreve a provar algumas cervejinhas artesanais, só falar. A gente já coloca a opinião da sua cerva aqui mesmo.
Grande abraço!
Outros links interessantes são os de onde comprar insumos e equipamentos para "cervejar" em casa.
Quem quiser ajudar esse ordinário blogueiro que vos escreve a provar algumas cervejinhas artesanais, só falar. A gente já coloca a opinião da sua cerva aqui mesmo.
Grande abraço!
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Queijos e cerveja!
Olá pessoal,
o colega do blog Gastrolândia fez uma postagem pra lá de interessante. Além de queijos e vinhos, agora temos tb queijos e cervejas. Não pensem que é algum gaiato que está querendo inventar moda, pelo contrário, a ideia foi passada por "Garrett Oliver, um dos maiores expert em cervejas do mundo e mestre-cervejeiro da Brooklyn Brewery, que começa a ser vendida no Brasil através da importadora BrazilWays.", diz a reportagem.
Vou manter o post do Gastrolândia para não tirar deles o mérito da matéria, mas posto aqui as harmonizações para que fique nos arquivos do Cerve Já para consulta e para ampliar a divulgação dessa tendência que já é sucesso lá fora.
PEQUENO GUIA DE HARMONIZAÇÃO DE CERVEJA E QUEIJOS
1. Como rega geral, harmonize:
* cervejas delicadas e leves com queijos idem
* cervejas maltadas com nozes e queijos maturados.
* cervejas amargas com queijos salgados
* cervejas mais doces e fortes com queijos azuis
2. Use sempre pães ou torradas “puros”, sem sabor ou ervas, para não alterar a percepção da combinação queijo/cerveja
3. Queijos em saladas de folhas vão bem com…India Pale Ale
4. Feta, queijo de cabra e mussarela frescas vão bem com… (weiss)
5. Mascarpone, queijos cremosos de vaca vão bem com… Lambic de fruta6. Muenster, Havarti e Monterey Jack vão bem com… Pilsners
7. Queijos maturados de ovelha e Cheddar vão bem com… Brown Ales
8. Roquefort, Stilton vão bem com… belga forte (trapista)9. Gruyère, Emmental e Suíço vão bem com… Bock Beer, Lagers escura
10. Parmesão, Pecorino Romano vão bem com… Pale Ales Ales e Amber Ale
11. Gouda, Gruyère maturado, Chimay vão bem com… Stout
Reportagem original: http://gastrolandia.uol.com.br/consumo/esqueca-o-velho-queijo-e-vinho-o-negocio-e-queijo-e-cerveja/
Não deixem de acessar. Há vídeos com o mestre-cervejeiro e mais!
o colega do blog Gastrolândia fez uma postagem pra lá de interessante. Além de queijos e vinhos, agora temos tb queijos e cervejas. Não pensem que é algum gaiato que está querendo inventar moda, pelo contrário, a ideia foi passada por "Garrett Oliver, um dos maiores expert em cervejas do mundo e mestre-cervejeiro da Brooklyn Brewery, que começa a ser vendida no Brasil através da importadora BrazilWays.", diz a reportagem.
Vou manter o post do Gastrolândia para não tirar deles o mérito da matéria, mas posto aqui as harmonizações para que fique nos arquivos do Cerve Já para consulta e para ampliar a divulgação dessa tendência que já é sucesso lá fora.
PEQUENO GUIA DE HARMONIZAÇÃO DE CERVEJA E QUEIJOS
1. Como rega geral, harmonize:
* cervejas delicadas e leves com queijos idem
* cervejas maltadas com nozes e queijos maturados.
* cervejas amargas com queijos salgados
* cervejas mais doces e fortes com queijos azuis
2. Use sempre pães ou torradas “puros”, sem sabor ou ervas, para não alterar a percepção da combinação queijo/cerveja
3. Queijos em saladas de folhas vão bem com…India Pale Ale
4. Feta, queijo de cabra e mussarela frescas vão bem com… (weiss)
5. Mascarpone, queijos cremosos de vaca vão bem com… Lambic de fruta6. Muenster, Havarti e Monterey Jack vão bem com… Pilsners
7. Queijos maturados de ovelha e Cheddar vão bem com… Brown Ales
8. Roquefort, Stilton vão bem com… belga forte (trapista)9. Gruyère, Emmental e Suíço vão bem com… Bock Beer, Lagers escura
10. Parmesão, Pecorino Romano vão bem com… Pale Ales Ales e Amber Ale
11. Gouda, Gruyère maturado, Chimay vão bem com… Stout
Reportagem original: http://gastrolandia.uol.com.br/consumo/esqueca-o-velho-queijo-e-vinho-o-negocio-e-queijo-e-cerveja/
Não deixem de acessar. Há vídeos com o mestre-cervejeiro e mais!
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Funcionários da Carlsberg fazem greve por proibição de beber cerveja no trabalho (O Globo)
Fonte: O Globo online
Centenas de funcionários da fábrica da Carlsberg na Dinamarca entraram em greve por causa da proibição de beber cerveja na hora do trabalho e restringiu a cerveja à hora do almoço. Antes, existiam geladeiras com garrafas de cervejas espalhadas pela fábrica. A Carlsberg - quarta maior empresa de cerveja do mundo - vinha estudando uma nova política de álcool há anos e instituiu as novas regras no dia 1º de abril.
- Havia cerveja, água e refrigerante de graça em todos os lugares. Mas as cervejas foram removidas da geladeira. O único lugar em que poderão beber cerveja agora é na cantina, na hora do almoço - disse o porta-voz da Carlsberg, Jens Bekke, acrescentando que a única proibição antes é que os funcionários não poderiam estar bêbados.
- Cabia a cada um ser responsável - afirmou.
De acordo com o porta-voz, 800 funcionários não trabalharam na quarta-feira e 250 na quinta-feira. Os motoristas da Carlsberg aderiram à greve em apoio aos funcionários da fábrica, ainda que, pelas novas regras, continuem a ter direito a retirar três garrafas de cerveja da cantina. Segundo o porta-voz, existe um cadeado na ignição dos caminhões que impede que os motoristas dirijam embriagados.
Centenas de funcionários da fábrica da Carlsberg na Dinamarca entraram em greve por causa da proibição de beber cerveja na hora do trabalho e restringiu a cerveja à hora do almoço. Antes, existiam geladeiras com garrafas de cervejas espalhadas pela fábrica. A Carlsberg - quarta maior empresa de cerveja do mundo - vinha estudando uma nova política de álcool há anos e instituiu as novas regras no dia 1º de abril.
- Havia cerveja, água e refrigerante de graça em todos os lugares. Mas as cervejas foram removidas da geladeira. O único lugar em que poderão beber cerveja agora é na cantina, na hora do almoço - disse o porta-voz da Carlsberg, Jens Bekke, acrescentando que a única proibição antes é que os funcionários não poderiam estar bêbados.
- Cabia a cada um ser responsável - afirmou.
De acordo com o porta-voz, 800 funcionários não trabalharam na quarta-feira e 250 na quinta-feira. Os motoristas da Carlsberg aderiram à greve em apoio aos funcionários da fábrica, ainda que, pelas novas regras, continuem a ter direito a retirar três garrafas de cerveja da cantina. Segundo o porta-voz, existe um cadeado na ignição dos caminhões que impede que os motoristas dirijam embriagados.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Devassa bem loura - presta? Nossa opinião.
Olá pessoal.Vamos falar da cerveja do carnaval? (post publicado no site www.soudavila.com em fev/2010)
Na folia de Momo desse ano, tentaram seduzir-nos com mais uma loura. Com muita sensualidade, a Devassa bem loura chegou querendo roubar todas as atenções. A Devassa foi uma cervejaria independente criada por dois carinhas daqui do Rio que gostam de aventuras empresariais. Nasceu com toda pompa de cerveja artesanal, de fato conseguiu enveredar por esse caminho e produziu exemplares interessantes. A cervejaria Schincariol a comprou e a integrou ao seu portifólio. Mas é aquela coisa, né? A Nova Schin não entra de jeito nenhum no gosto popular, nem trocando rótulo, fórmula ou jargão de cervejão. A jogada foi de marketing mesmo. Emplacar uma cerva popular é preciso e nenhum momento seria mais favorável que o carnaval, com calorzão e um monte de mulherão. Na festa profana, nada mais “adequado” que uma cerveja Devassa.
Mas vamos ao que interessa. Presta?
Queridos amigos, é uma cerveja popular, barata e tão sem gosto como qualquer outra que já tínhamos. A bem loura é bem ruim também. Experimente. Faça o seguinte teste, compre uma long neck de Devassa Loura (do rótulo amarelo) e uma latinha de Devassa bem loura. Tire suas conclusões. A minha opinião?
Se quiser uma loura de verdade, prefira a natural e devasse o coração das “industrializadas”.
Abraços,
Imfernandes
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