Saiu essa semana em algumas publicações(eu li no Metro Rio) que um estudo revelou ser um mito que cerveja dá barriga.
Pois é, o que constatou-se é que grandes bebedores de cerveja têm péssimos hábitos alimentares e isso sim dá barriga.
O estudo ainda afirma que a cerveja em quantidade moderada (500ml/dia) é benéfica ao organismo protegendo inclusive contra o diabetes.
Então já sabe, né? Beba menos e beba melhor. Em vez de comprar um monte daquela cerveja barata e mal feita, compre uma de melhor qualidade e saiba que, além de tudo, estará fazendo um bem a sua saúde!!
À nossa!
sábado, 29 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Baden Baden Stout - A cerveja Imperial.
Boa noite a todos amigos.
Hoje vamos falar de uma vencedora. Um pódio brasileiro que deveríamos no orgulhar. A Baden Baden Stout foi medalha de ouro em 2008 no European Beer Star na categoria Dry Stout. Vamos ser mais claros para que todos possam entender. Concurso europeu, ou seja, lá nasceu e de lá vêm as melhores do mundo ainda hoje. O estilo Stout é irlandês e há uma infinidade de marcas famosas e que vendem aqui por importadoras a um preço altíssimo uma lata. E nós fomos premiados por fazer esse tipo de cerveja. Em 2008, a nossa Baden Baden foi a melhor.
Vamos à cerveja.
É uma cerveja gourmet, ou seja, cerveja para ser degustada comendo. Claro que não só, mas ela te dá essa opção.
O fabricante, te dá algumas opções no rótulo como pratos condimentados, ostras e receitas à base de chocolate. Chocolate?
Pois é, uma stout é um estilo super denso, amargo e cheio de personalidade. Se quiser comer alfaces tomando ela, vai fundo, mas não conseguirá degustar as suas mimosas folhinhas porque esse tipo de cerveja vai massacrá-las!
Precisará de uma comida de gosto denso também para equilibrar.
O aroma dela é chocante! Super presente e delicioso. Lembra muito café. Na boca, o malte torrado vai fazer vc ir à lua. Se nunca tomou uma stout (nem toda cerveja preta é stout) pode ser que estranhe da primeira vez pq em nada parece com a loura dos cabelinhos brancos que tomamos no bar.
O gosto é de café, com retrogosto de chocolate amargo e persistente.
Eu a provei comendo Sonho de Valsa e ficou ótima!!
Agora, quem imaginaria poder beber cerveja com bombom? rs
Cuidado com o teor alcoólico dela. São 7,5% de álcool. Se não tomar cuidado, ela te derruba.
Saúde!!
Hoje vamos falar de uma vencedora. Um pódio brasileiro que deveríamos no orgulhar. A Baden Baden Stout foi medalha de ouro em 2008 no European Beer Star na categoria Dry Stout. Vamos ser mais claros para que todos possam entender. Concurso europeu, ou seja, lá nasceu e de lá vêm as melhores do mundo ainda hoje. O estilo Stout é irlandês e há uma infinidade de marcas famosas e que vendem aqui por importadoras a um preço altíssimo uma lata. E nós fomos premiados por fazer esse tipo de cerveja. Em 2008, a nossa Baden Baden foi a melhor.
Vamos à cerveja.
É uma cerveja gourmet, ou seja, cerveja para ser degustada comendo. Claro que não só, mas ela te dá essa opção.
O fabricante, te dá algumas opções no rótulo como pratos condimentados, ostras e receitas à base de chocolate. Chocolate?
Pois é, uma stout é um estilo super denso, amargo e cheio de personalidade. Se quiser comer alfaces tomando ela, vai fundo, mas não conseguirá degustar as suas mimosas folhinhas porque esse tipo de cerveja vai massacrá-las!
Precisará de uma comida de gosto denso também para equilibrar.
O aroma dela é chocante! Super presente e delicioso. Lembra muito café. Na boca, o malte torrado vai fazer vc ir à lua. Se nunca tomou uma stout (nem toda cerveja preta é stout) pode ser que estranhe da primeira vez pq em nada parece com a loura dos cabelinhos brancos que tomamos no bar.
O gosto é de café, com retrogosto de chocolate amargo e persistente.
Eu a provei comendo Sonho de Valsa e ficou ótima!!
Agora, quem imaginaria poder beber cerveja com bombom? rs
Cuidado com o teor alcoólico dela. São 7,5% de álcool. Se não tomar cuidado, ela te derruba.
Saúde!!
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Eisenbahn Golden Strong Ale
Quem ainda não provou uma Eisenbahn, que o faça!
Essa cervejaria fundada por apaixonados por cerveja artesanal em Blumenau, tem as cervejas mais premiadas do Brasil. Você não sabia disso? Pois é, e não são poucos os prêmios que eles têm ao redor do mundo, inclusive de festivais alemães, país da cerva!
Vamos falar da Golden Strong Ale, cerveja que provei em um restaurante de comida alemã aqui no Rio de Janeiro, o Otto, na Tijuca.
É uma cerveja dourada, como diz o nome, quase indo ao bronze na coloração. Tem um aroma fenomenal. Frutas vão evaporando do copo e alcançando seu nariz sem precisar tê-lo dentro do copo. Na boca, se mostra uma cerveja potente e com personalidade. O malte meio torrado e o lúpulo sobressai. Sentira as frutas ao espalhar o líquido pela boca antes de engolir e um gostoso amargor de cerveja quando o fizer.
Por ser uma cerveja forte, é aconselhável bebê-la com comidas de alguma personalidade também, caso contrário, ela poderá matar o gosto da comida.
Eu a apreciei com um suculento filé de javali.
Seu teor alcoólico é de 8,5% e por isso, dá uma esquentada à medida que a tomamos.
Ah, não poderia esquecer, a Golden Strong Ale já foi eleita a Escolha do Editor da revista inglesa especializada em cerveja Beers of the World.
Saúde!
Essa cervejaria fundada por apaixonados por cerveja artesanal em Blumenau, tem as cervejas mais premiadas do Brasil. Você não sabia disso? Pois é, e não são poucos os prêmios que eles têm ao redor do mundo, inclusive de festivais alemães, país da cerva!
Vamos falar da Golden Strong Ale, cerveja que provei em um restaurante de comida alemã aqui no Rio de Janeiro, o Otto, na Tijuca.
É uma cerveja dourada, como diz o nome, quase indo ao bronze na coloração. Tem um aroma fenomenal. Frutas vão evaporando do copo e alcançando seu nariz sem precisar tê-lo dentro do copo. Na boca, se mostra uma cerveja potente e com personalidade. O malte meio torrado e o lúpulo sobressai. Sentira as frutas ao espalhar o líquido pela boca antes de engolir e um gostoso amargor de cerveja quando o fizer.
Por ser uma cerveja forte, é aconselhável bebê-la com comidas de alguma personalidade também, caso contrário, ela poderá matar o gosto da comida.
Eu a apreciei com um suculento filé de javali.
Seu teor alcoólico é de 8,5% e por isso, dá uma esquentada à medida que a tomamos.
Ah, não poderia esquecer, a Golden Strong Ale já foi eleita a Escolha do Editor da revista inglesa especializada em cerveja Beers of the World.
Saúde!
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Cerve Já: Bavária Premium
Cerve Já: Bavária Premium: "Já que falamos das cervejas premium e super premium no post anterior, vamos falar de uma cerveja que está nessa categoria. A Bavária Pre..."
Bavária Premium
Já que falamos das cervejas premium e super premium no post anterior, vamos falar de uma cerveja que está nessa categoria.
A Bavária Premium é uma cerveja que é produzida desde 1877 (gostaria de saber se era designada "premium" desde sempre ou passou a ser "premium" quando passou a usar os tais cereais não maltados em sua fórmula que, no caso, deu origem à Bavária Clássica - inversão de valores?) e puro malte segundo informações de seu rótulo.
De fato, possui sabor mais agradável que sua irmã "clássica" e parece mais bem produzida. Com aroma lupulado e leve amargor na boca, é uma opção interessante para o dia a dia, uma vez que seu preço não é exorbitante, R$ 1,29 no Mundial, onde comprei.
É uma cerveja que luta pelo mesmo lugar ao sol que Bohêmia. A primeira é da Femsa (leia-se Heineken), a segunda é da Ambev (a poderosa).
Qual a melhor?
São cervejas, de fato, do mesmo patamar custo x benefício. A Bavária Premium me lembra um pouco a Gold, também da Femsa e um pouco mais bem trabalhada que essas duas, na minha opinião.
A Bohêmia tem um malte mais aparente.
Vai do gosto do cliente. Digo mais, vai do gosto do momento. O importante é, não sejam fechados. Um dia podemos querer uma coisa e, logo depois, outra.
É uma cerveja interessante e acessível.
Aliás, diz no rótulo, "obra-prima do mestre cervejeiro". Eu aposto que o Mestre pode se empenhar um pouco mais.
domingo, 31 de outubro de 2010
Cervejas premium já representam de 4% a 5% do mercado
Em reportagem de hoje na Folha de São Paulo online, foi anunciado que o mercado nacional de cervejas premium está em plena expansão.
No mercado, você já deve ter notado a guerra das cervejarias e como baixou o preço de cervejas como a Bohemia, Stella Artois, Heineken, Devassa (as antigas). Bem como a aparição de cervejas novas ditas super premium como a Colorado, Therezopolis, Paulista, etc.
Pois é, tudo isso é fruto desse mercado que está embalando de vez. O Brasileiro tá afinzão de experimentar coisa nova e... boa.
O salário aumentou, muita gente ascendeu da classe D para C e isso permitiu alguns luxos. Quem não pode viajar, talvez possa pelo menos, beber uma cerveja melhor.
Para quem quiser ler a reportagem na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/823142-em-alta-cerveja-premium-fatura-r-300-mi-setor-ja-representa-4-a-5-do-mercado.shtml
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Cerveja Ravache Gold [Pilsen/Lager]
A Ravache Gold é um produto da cervejaria Guitts que, segundo seu rótulo e uma simpática etiqueta em forma de tulipa anexada à garrafa, é produzida conforme a lei de pureza alemã de 1516. Também diz ser elaborada com a água da Serra dos Cristais, maltes importados e lúpulos aromaticos.
Vamos combinar, cerveja não é um produto caro no apanhado geral e se traz essa indicação de lei de pureza, ou seja, água, malte e lúpulo somente, então vale à pena provar.
Sua garrafa de R$600ml custou R$3,99 no Mundial aqui no Rio e eu resolvi dar uma chance a essa cervejaria.
Por que dar uma chance.
Uma vez provei a Guitts normal. Putz, sem sacanagem, foi a pior cerveja que já coloquei na boca! Ela não precisava ser engolida para sentir seu aroma e gosto de plástico queimado! Ainda bem que foi só uma latinha e jogar seu conteúdo pelo ralo da pia não seria um desperdício de dinheiro. Só temi pelo ralo!
Mas vamos lá porque estamos falando da Ravache Gold.
Na taça apresentou-se como um líquido dourado vigoroso e com espuma abundante de média carbonatação. (esse parêntese é uma edição: na segunda vez que a derramei na taça, a espuma mostrou-se mais cremosa e com bolhas menores, pode ter sido, portanto, o sabão que levei o copo que deu aquele primeiro resultado. No entanto, continua indo embora rapidamente)
Porém, não duradoura como a média carbonatação poderia supor. Detalhe que em sua embalagem é descrita como "espuma superior".
Seu aroma é claramente de malte e alguma coisa do lúpulo. Agradável.
Seu gosto é maltado no início e com lúpulo amargando no retrogosto. Em princípio fiquei bastante apreensivo se esse amargor não era o tal plástico queimado "aromático" da Guitts, mas não. É algo da cerveja mesmo. Acho que tentou-se algum equilíbrio entre malte e lúpulo para que os dois pudessem sobressair. Enfim, algo que cada um perceberá de uma maneira.
Vejo muitas pessoas recusando-a por ser uma cerveja que, entre um gole e outro, deixa um certo amargor na boca, mas a mim não incomodou muito.
Por R$3,99 a garrafa de 600ml, dá pra tomá-la de vez em quando, enquanto alguma outra melhor não estiver em promoção.
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