quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Eisenbahn Golden Strong Ale

Quem ainda não provou uma Eisenbahn, que o faça!
Essa cervejaria fundada por apaixonados por cerveja artesanal em Blumenau, tem as cervejas mais premiadas do Brasil. Você não sabia disso? Pois é, e não são poucos os prêmios que eles têm ao redor do mundo, inclusive de festivais alemães, país da cerva!

Vamos falar da Golden Strong Ale, cerveja que provei em um restaurante de comida alemã aqui no Rio de Janeiro, o Otto, na Tijuca.

É uma cerveja dourada, como diz o nome, quase indo ao bronze na coloração. Tem um aroma fenomenal. Frutas vão evaporando do copo e alcançando seu nariz sem precisar tê-lo dentro do copo. Na boca, se mostra uma cerveja potente e com personalidade. O malte meio torrado e o lúpulo sobressai. Sentira as frutas ao espalhar o líquido pela boca antes de engolir e um gostoso amargor de cerveja quando o fizer.

Por ser uma cerveja forte, é aconselhável bebê-la com comidas de alguma personalidade também, caso contrário, ela poderá matar o gosto da comida.
Eu a apreciei com um suculento filé de javali.

Seu teor alcoólico é de 8,5% e por isso, dá uma esquentada à medida que a tomamos.

Ah, não poderia esquecer, a Golden Strong Ale já foi eleita a Escolha do Editor da revista inglesa especializada em cerveja Beers of the World.

Saúde!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Cerve Já: Bavária Premium

Cerve Já: Bavária Premium: "Já que falamos das cervejas premium e super premium no post anterior, vamos falar de uma cerveja que está nessa categoria. A Bavária Pre..."

Bavária Premium




Já que falamos das cervejas premium e super premium no post anterior, vamos falar de uma cerveja que está nessa categoria.

A Bavária Premium é uma cerveja que é produzida desde 1877 (gostaria de saber se era designada "premium" desde sempre ou passou a ser "premium" quando passou a usar os tais cereais não maltados em sua fórmula que, no caso, deu origem à Bavária Clássica - inversão de valores?) e puro malte segundo informações de seu rótulo.

De fato, possui sabor mais agradável que sua irmã "clássica" e parece mais bem produzida. Com aroma lupulado e leve amargor na boca, é uma opção interessante para o dia a dia, uma vez que seu preço não é exorbitante, R$ 1,29 no Mundial, onde comprei.

É uma cerveja que luta pelo mesmo lugar ao sol que Bohêmia. A primeira é da Femsa (leia-se Heineken), a segunda é da Ambev (a poderosa).

Qual a melhor?

São cervejas, de fato, do mesmo patamar custo x benefício. A Bavária Premium me lembra um pouco a Gold, também da Femsa e um pouco mais bem trabalhada que essas duas, na minha opinião.

A Bohêmia tem um malte mais aparente.

Vai do gosto do cliente. Digo mais, vai do gosto do momento. O importante é, não sejam fechados. Um dia podemos querer uma coisa e, logo depois, outra.

É uma cerveja interessante e acessível.
Aliás, diz no rótulo, "obra-prima do mestre cervejeiro". Eu aposto que o Mestre pode se empenhar um pouco mais.

domingo, 31 de outubro de 2010

Cervejas premium já representam de 4% a 5% do mercado



Em reportagem de hoje na Folha de São Paulo online, foi anunciado que o mercado nacional de cervejas premium está em plena expansão.

No mercado, você já deve ter notado a guerra das cervejarias e como baixou o preço de cervejas como a Bohemia, Stella Artois, Heineken, Devassa (as antigas). Bem como a aparição de cervejas novas ditas super premium como a Colorado, Therezopolis, Paulista, etc.

Pois é, tudo isso é fruto desse mercado que está embalando de vez. O Brasileiro tá afinzão de experimentar coisa nova e... boa.

O salário aumentou, muita gente ascendeu da classe D para C e isso permitiu alguns luxos. Quem não pode viajar, talvez possa pelo menos, beber uma cerveja melhor.

Para quem quiser ler a reportagem na íntegra: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/823142-em-alta-cerveja-premium-fatura-r-300-mi-setor-ja-representa-4-a-5-do-mercado.shtml




sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Cerveja Ravache Gold [Pilsen/Lager]


A Ravache Gold é um produto da cervejaria Guitts que, segundo seu rótulo e uma simpática etiqueta em forma de tulipa anexada à garrafa, é produzida conforme a lei de pureza alemã de 1516. Também diz ser elaborada com a água da Serra dos Cristais, maltes importados e lúpulos aromaticos.
Vamos combinar, cerveja não é um produto caro no apanhado geral e se traz essa indicação de lei de pureza, ou seja, água, malte e lúpulo somente, então vale à pena provar.

Sua garrafa de R$600ml custou R$3,99 no Mundial aqui no Rio e eu resolvi dar uma chance a essa cervejaria.

Por que dar uma chance.

Uma vez provei a Guitts normal. Putz, sem sacanagem, foi a pior cerveja que já coloquei na boca! Ela não precisava ser engolida para sentir seu aroma e gosto de plástico queimado! Ainda bem que foi só uma latinha e jogar seu conteúdo pelo ralo da pia não seria um desperdício de dinheiro. Só temi pelo ralo!

Mas vamos lá porque estamos falando da Ravache Gold.

Na taça apresentou-se como um líquido dourado vigoroso e com espuma abundante de média carbonatação. (esse parêntese é uma edição: na segunda vez que a derramei na taça, a espuma mostrou-se mais cremosa e com bolhas menores, pode ter sido, portanto, o sabão que levei o copo que deu aquele primeiro resultado. No entanto, continua indo embora rapidamente)
 Porém, não duradoura como a média carbonatação poderia supor. Detalhe que em sua embalagem é descrita como "espuma superior".
Seu aroma é claramente de malte e alguma coisa do lúpulo. Agradável.
Seu gosto é maltado no início e com lúpulo amargando no retrogosto. Em princípio fiquei bastante apreensivo se esse amargor não era o tal plástico queimado "aromático" da Guitts, mas não. É algo da cerveja mesmo. Acho que tentou-se algum equilíbrio entre malte e lúpulo para que os dois pudessem sobressair. Enfim, algo que cada um perceberá de uma maneira.

Vejo muitas pessoas recusando-a por ser uma cerveja que, entre um gole e outro, deixa um certo amargor na boca, mas a mim não incomodou muito.

Por R$3,99 a garrafa de 600ml, dá pra tomá-la de vez em quando, enquanto alguma outra melhor não estiver em promoção.

domingo, 15 de agosto de 2010

"Stellão" para os íntimos!!

A Ambev mandou pro mercado uma nova embalagem de Stella Artois, a cerveja belga mais consumida no mundo - são 985ml!!

Sabemos que a Stella não é a melhor belga do mundo, mas é algo bem mais interessante do que as cervejas da própria Ambev, portanto, vale à pena. Comprei aqui no Rio por R$ 4,98 no supermercado Mundial.

Estou também sabendo que em um primeiro momento essa nova ver~soa só está à venda no Rio, SP e Porto Alegre. Em breve teremos no resto do país.

Só para efeito de comparação de custo x benefício, a embalagem de 600ml de Heineken costuma ser vendida entre R$3,60 a R$6,00 em mercados por aqui.

Já deu para perceber que isso é efeito da briga entre cervejarias e quem está lucrando com isso, somos nós.

Saúde, meu povo e vamos tomar uma!

sábado, 26 de junho de 2010

Cerveja Venezuelana? Polar Light - "Cerveza Ligera"


Consegui umas cervejas da Venezuela!! Agora vejam o que é a globalização!
Pois bem, vamos ver o que os amigos de lá andam tomando, né?!
A Polar parece ser o que aqui a gente tem às pencas, cerveja de alto consumo. Seu slogan já deixa bem claro, "cerveza ligera".
Só por isso não estava esperando muita coisa.
E ainda bem, a Polar venezuelana é uma cerveja com pouquíssimo aroma e sabor. É difícil saber se falta mais malte ou mais lúpulo e é fácil constatar que faltam os dois.
"Mas é refrescante?", perguntariam alguns. É, mas água gelada é bem mais!

Ela pelo menos não apresentou nessas duas latas que tomei cheiro de ovo podre e nem de metal. Já sai por isso na frente de muitas nacionais. Mas convenhamos, o que nivela por baixo é Copa do Mundo. A gente pode querer uma cervejinha melhor.

Posso apostar que na Venezuela tem cerveja melhor.

Abraços.